A pandemia do Covid19 impôs uma nova realidade econômica às famílias brasileiras. A crise econômica que tínhamos no início do ano foi aprofundada com o aparecimento do coronavírus aumentando o desemprego e a queda da renda. Diante desse contexto, nos deparamos com a frieza de algumas empresas prestadoras de serviços, entre elas a Enel.


Não queria fazer dessa forma, mas acho que assim como eu, vários consumidores da empresa Enel encontram-se descontentes com o despreparo, desrespeito, falta de atenção e principalmente a falta de energia, que já se tornou rotineira em nossas residências.
Não é a primeira vez que isso ocorre, todos os dias é a mesma coisa, falta de energia, sempre nos horários que os contribuintes mais precisam, por inúmeras vezes os moradores de Formosa entraram em contato com a empresa e simplesmente a Enel, em si não possui um atendimento rápido e nem respostas obtém.


Onde estão propostas de  melhorias que foram apresentadas à promotoria e aos vereadores em audiência pública? Onde estão nossas autoridades constituídas para nos representar junto a ANEEL? Buscar uma solução para esse absurdo que já está se tornando insuportável.



Uma empresa desse porte e com a quantidade de especialistas e funcionários que possui, tem capacidade de  atender com melhor qualidade e de maneira rápida todos os seus consumidores. Outro detalhe, o consumidor que se sentir prejudicado busque seus direitos porque de acordo com o Código de Defesa do Consumidor e com a Resolução 414/2010, da ANEEL, as concessionárias de energia elétrica podem, sim, ser responsabilizadas por prejuízos causados pela falta de energia ou descargas elétricas capazes de produzir danos em equipamentos.


Com o péssimo serviço prestado pela Enel em Formosa e nas cidades da região é preciso que sejam adotadas medidas, cobrando controle e punições junto à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), e ao Ministério Público de Goiás. É urgente adotar medidas para acabar com as cobranças abusivas e também, para exigir que a empresa preste um serviço de qualidade.


Não é possível que a população que já sofre com falta de emprego, renda e oportunidades, seja castigada com a irresponsabilidade da Enel. As cláusulas estabelecidas nos contratos devem ser respeitadas e se for necessário, o governo de Goiás deve cortar a concessão - possibilidade a ser analisada pelo governador e pelos prefeitos das cidades atendidas pela Enel.

Waldemar Maciel

Deixe seu Comentário